Thursday, April 05, 2007

THE KNIFE HEARTBEATS

5 Comments:

Blogger CR said...

BELO PESADELO

'Silent Shout' foi só o meu álbum do ano 2006! Electro pop/cold wave ao mais alto nível.
O som dos irmãos Dreijer é estranho e encantatório e a imagem visual do duo é muito interessante e intrigante.
Uma fria mas emotiva escolha pascal, LisbonGirl :)

CR

10:20 AM  
Blogger CR said...

SILENT SHOUT

Está confirmada a edição, a 8 de Maio, da edição 'deluxe' do soberbo 'Silent Shout', álbum de 2006 dos suecos The Knife.
O disco surgirá num pacote triplo, juntando ao alinhamento original do álbum um CD ao vivo e um DVD.
O disco ao vivo corresponde à gravação áudio de um concerto para música e design registado no ano passado em Gotenburgo.
O DVD, além de incluir a versão vídeo do mesmo concerto, junta como extra uma curta e todos os telediscos já feitos sobre músicas dos The Knife.

CR

11:36 AM  
Blogger LisbonGirl said...

Já andei a passear pelo site deles, mas as tuas informações foram preciosas (como sempre!).

E da versão do Jose Gonzalez, gostas?

Que tal a noite ontem no LUX ?

2:46 PM  
Blogger CR said...

A REPORTAGEM POSSÍVEL DE SANTA APOLÓNIA

O concerto estava marcado para as 23h para começar meia hora mais tarde. De início o piso de baixo está assustadoramente vazio. É Páscoa, as CSS tinham enchido dois dias seguidos, Abril tem muita oferta cultural e os Fujiya & Miyagi são uma banda de culto apenas para uma imensa minoria são algumas justificações possíveis.

Uma regra nova e limitativa. Quem desce para a discoteca já só pode voltar a subir depois de terminado o concerto. Resultado: fica-se sem acesso às varandas para o desfrutar de ‘tabaco aditivado’. Sem dramas.

Ás 11h30 o concerto inicia-se. Poucos minutos depois a sala está cheia mas sem enchente. O trio de Brighton apresenta-se de forma simples e despretensiosa. David Best na guitarra e voz, Steve Lewis, nas teclas e programações e Matthew Haineby, no baixo, abrem com ‘Ankle Injuries’ o tema mais marcante do álbum ‘Transparent Things’. São estáticos, simpáticos e pouco calorosos.
O som é de qualidade sem exagerar no volume.
Tocam de seguida temas como ‘Collarbone’, ‘Conductor 71’, ‘In One Ear & Out the Other’ e ‘Cassette Single’ todos do álbum de 2006. Pelo meio tocam um ou dois temas de ‘Electro Karaoke in the Negative’, o álbum menos conhecido de 2003.

O público vai aderindo, aplaudindo e ensaiando alguns passos de dança. O ambiente não é elevado ao rubro porque não é isso que a banda pretende. Contenção.
Os temas tocados não foram especialmente recriados mantendo-se mais ou menos fiéis ao original. É puro som som electro/pop/electronic com influências do krautrock. Muito bom.

Uma hora depois a banda sai de palco, volta duas vezes para no último encore acabar com ‘Ankle Injuries’, tal como tinham começado. Houve uma muito breve troca de palavras, um pedido de compreensão por não terem mais temas para mostrar e uma retirada discreta. Foi bom mas soube a pouco.

No concerto estava presente o Vitor Belanciano pelo que é de contar com crítica ao concerto no ‘Público’ de domingo. Vamos ver o que ele escreve. Estou convencido que não vai destoar disto. Não reconheci mais figuras do meio jornalístico/musical, para além. Só reconheci o José Pinheiro, realizador de videoclips, com quem já trabalhei na Valentim de Carvalho.

A seguir ao fim do concerto já havia acesso às varandas e, um pouco depois, ao terraço. Dá para os fumos e para observar as muitas espanholas espalhafatosas. Bebe-se pouco a estes preços. O rio estava calmo e belíssimo. Ainda se confundiu a lua com um balão ou zepellin na margem sul, hehehe.

A noite seguiu com os DJs Zé Pedro Moura e Pedro Ricciardi com o piso do bar a passar muito bom som. Retirada estratégica às 2h00.

É tudo! Um pouco longo, sorry.

5:04 PM  
Blogger LisbonGirl said...

Obrigada,CR, quase que estive lá!:)

5:31 PM  

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